domingo, 4 de outubro de 2015
Grupo 3 - supervisor
(Mônica Tabata , Rosemere S. Mendes , Eloa Stephania , Renata Ferreira , Daniele Faria , Mayara Flrorencio )
Reportagem
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/conheca-trindade-pedagogica-diretor-coordenador-pedagogico-supervisor-ensino-gestao-escolar-trabalho-529026.shtml
Comentário :
Avaliamos importância de um supervisor escolar e o quanto suas avaliações criticas e sugestivas são importante para o bom desenvolvimento de uma escola , pois é nítida a percepção que há uma carência de estudos sobre tal profissão no processo dinâmico , continuo e sistemático . Imprevisível a necessidade de inter relação entre o corpo docente e a supervisão e seu papel que garante a implantação dos programas oficiais fazendo com que a rede tenha unidades e coerência para que se torne de fato uma unidade de ensino .
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Supervisor Grupo 06
RELATO DE UMA SUPERVISORA
Em entrevista cedida às alunas da Faculdade Sumaré, no dia 22/09/2015, a supervisora Elizabeth, de 50 anos, relatou o seu esforço em relação a um aluno que iria ser expulso.Após várias tentativas por parte da direção e da coordenação, ela teve que intervir, já que o aluno não mostrava interesse em mudar de comportamento. Convocou uma reunião com os pais do aluno, mas como ninguém compareceu no dia marcado, percebeu que ia ter que fazer algo, para entender melhor o que se passava.
Em sua ultima tentativa, foi até á casa do aluno, onde foi muito bem recebida pela mãe dele. E desde então, firmaram uma parceria onde o fator principal é motivá-lo para que ele se sinta seguro,e por consequência, retome os estudos.
Grupo 06 : Supervisor
- CAMILA DE OLIVEIRA GARCIA- RA 1523069
- CATIANE VIEIRA DE ARAÚJO - RA 1524689
- EDILEUSA LOPES COSTA SANTOS- RA 1524260
- ROSEANA SILVA ARAÚJO DE OLIVEIRA- RA 1520323
- TATIANE APARECIDA SANTOS DE OLIVEIRA- RA 1524133
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Grupo 10 - Adriana/Ducy/Rogeria/Tamires

Um aluno de 17 anos foi flagrado com um revólver dentro do Instituto de Educação Lourenço Filho, em Rio Branco, na última quinta-feira (25). De acordo com o coordenador pedagógico da escola, Genildo Silva Macedo, ao ser descoberto, o jovem teria ameaçado ele. Segundo Macedo, o aluno entrou armado na escola com a intenção de atirar contra outro estudante, motivado por ciúmes da namorada. O jovem foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) para prestar esclarecimentos e foi liberado em seguida.

29/06/2015
12h03 - Atualizado em 29/06/2015 12h03
Violência é rotina em escola onde aluno entrou armado, diz coordenador
'Sofro ameaças por combater o crime na escola', diz
coordenador.
Na quinta-feira (25), aluno foi flagrado com uma arma em escola da capital.
Na quinta-feira (25), aluno foi flagrado com uma arma em escola da capital.
Iryá RodriguesDo G1 AC

Casos de tráfico de drogas, conflitos e porte ilegal de arma são comuns
em escolas,
diz Macedo (Foto: Aline
Nascimento/G1)
O coordenador pedagógico, Genildo Silva Macedo, do
Instituto de Educação Lourenço Filho, em Rio Branco, já registrou ao menos três
boletins de ocorrência por ameaça de morte, segundo ele, por tentar combater a
criminalidade dentro do colégio. Segundo Macedo, tráfico de drogas, porte ilegal
de armas e agressões são constantes na instituição. Na quinta-feira (25), um
aluno levou uma arma para fazer um "acerto de contas" com um colega e
acabou sendo apreendido pela polícia.
"Isso é comum não só na nossa escola, mas em
todas da rede estadual de ensino. A violência está sem controle, nós temos
várias ocorrências. Sofro ameaças de morte por combater o tráfico e a violência
entre grupos dentro da escola. A gente só tem que agradecer a Deus pela
proteção, porque trabalhamos a mercê dessa violência. A escola não é mais a
mesma, a família não é mais a mesma, vivemos uma crise de valores morais. O que
podemos fazer para tentar resolver essa situação é tentando conscientizar,
através da educação", diz coordenador.
Ele relata ainda que os arrombamentos à instituição
são constantes. Segundo ele, somente este ano, já foram registrados três casos.
Na madrugada da última segunda-feira (22), cinco jovens armados invadiram o
local e roubaram computadores, tablets e aparelhos de DVD. Macedo conta que a
escola não descarta a participação de alunos no crime, já que os suspeitos
sabiam onde os equipamentos estavam guardados e tinham informações sobre as
câmeras de segurança.
"Assim que os jovens entraram na escola,
desligaram o sistema de segurança para o alarme não disparar e arrombaram a
porta da sala onde as coisas estavam guardadas. Não conseguimos
identificar os sujeitos, mas não descartamos a participação de alunos. É muito
triste, porque eles são os maiores prejudicados", relata Macedo.
Macedo culpa o poder público pela insegurança na
escola. "O governo abandonou a educação, tanto a parte física como de
recursos humanos. Eles fazem o que querem e é por isso que a educação tem
piorado. Esse material roubado era para o uso na sala de aula, agora com o
roubo, os professores vão ter que voltar ao ensino tradicional. Então, o
prejuízo maior é para a escola", desabafa.
Entenda o caso
Um aluno de 17 anos foi flagrado com um revólver dentro do Instituto de Educação Lourenço Filho, em Rio Branco, na última quinta-feira (25). De acordo com o coordenador pedagógico da escola, Genildo Silva Macedo, ao ser descoberto, o jovem teria ameaçado ele. Segundo Macedo, o aluno entrou armado na escola com a intenção de atirar contra outro estudante, motivado por ciúmes da namorada. O jovem foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) para prestar esclarecimentos e foi liberado em seguida.

Arma foi encontrada dentro do banheiro da escola (Foto: Arquivo pessoal)
COMENTÁRIO
- Vivemos em uma sociedade
intolerante e que tudo
se vira para a violência, muitas vezes impensadas. Quantas agressões vimos
nestes últimos tempos e a maioria delas acontecem dentro do ambiente escolar.
- Notamos o
desespero do coordenador que diz que a escola virou um cenário triste, de
violência e não só a sua escola mais as das outras redes também. Constatamos
que através de sua fala ele culpa as mudanças que ocorrem na sociedade e a perda
de valores morais. Também enfatiza que a culpa é dos órgãos públicos, que
defasou a escola na parte física e de recursos humanos, que a educação está
abandonada e a mercê da violência e falta de recursos. Ele fala, também que
sofre ameaças constantes pelos alunos.
- Percebemos
que o grande problema é que o coordenador Macedo está completamente sozinho, em
momento algum ele cita o apoio da direção da escola e do supervisor, ele se
sente perdido para tão grande desafio.
Grupo 10 – COORDENADOR
PEDAGOGICO
Adriana Holanda RA
1524831
Ducy M L Santos RA
1523170
Rogeria Ap. do Nascimento RA1520749
Tamires Torres de
Oliveira RA
1523191
terça-feira, 29 de setembro de 2015
"Professora agredida supera trauma e vira exemplo na alfabetização de crianças."
Professora agredida supera trauma e vira exemplo na alfabetização de crianças
Angela Chagas / Terra
Uma simples reprimenda a uma aluna que fazia bagunça nos corredores da Escola Estadual Bahia, em Porto Alegre (RS), transformou Glaucia Teresinha da Silva num símbolo da violência contra professores em 2009. Uma aluna, na época com 15 anos, pegou a educadora pelos cabelos e a jogou no chão. Glaucia sofreu traumatismo craniano, ficou duas semanas hospitalizada e teve todo o lado esquerdo paralisado. Foram longas sessões com fisioterapeutas, neurologistas e psicólogos até recuperar os movimentos e ter coragem de sair de casa.
Seis meses depois de virar notícia em todo o País por conta da agressão, Glaucia resolveu dar a volta por cima e retomar as atividades. Contrariou os pais e o irmão – que queriam que largasse o magistério – e se tornou exemplo na alfabetização de crianças no Rio Grande do Sul. Ela deixou a Escola Bahia e passou a se dedicar apenas à turma do primeiro ano em outra escola pública da capital. "Fiquei seis meses fora e meus alunos não se adaptaram com os outros professores. Quando voltei, era fim do ano e eles não estavam alfabetizados. Então precisei pensar em algo diferente para mudar essa situação".
A professora então criou um projeto de alfabetização que envolvia a proteção do ambiente. Chamou os pais para ajudar e cada criança criou um livro contando suas histórias ligadas ao “mundo sustentável". No final do ano, foi feita uma sessão de autógrafos na escola. Todos estavam alfabetizados. "Em dois meses eles aprenderam a ler e escrever", conta ela orgulhosa, ao afirmar que o apoio das crianças ajudou a enfrentar a situação difícil. "Eles acompanharam tudo o que aconteceu comigo e até hoje (os alunos estão no quinto ano na escola) me protegem". O sucesso da iniciativa foi levada adiante e Glaucia passou a dar palestras em encontros de professores em todo o Estado.
No entanto, a professora alegre e apaixonada pela profissão que recebeu o Terra em uma das salas coloridas da Carlos Rodrigues da Silva não conseguiu esquecer aquele dia triste de março de 2009. "Por mais que a agressão tenha acontecido há alguns anos, ainda me sinto incomodada. Se vejo uma pessoa parecida com ela (agressora) na rua, tenho medo. A gente nunca esquece", afirma. Glaucia ainda recebe acompanhamento psicológico e faz exames neurológicos de seis em seis meses, já que desde a lesão sofre fortes dores de cabeça.
Glaucia conta que nos primeiros meses após o retorno o pai e o irmão se revezavam para busca-la na escola. "Eles ficaram muito preocupados. Para a minha família era muito risco voltar a dar aulas. Foi uma luta dizer que eu queria voltar, que eu não queria abandonar a minha profissão", conta a educadora de 29 anos e que dá aulas desde os 17, quando terminou o magistério. Para quem pensa em desistir do sonho de educar, ela deixa um recado: Existe uma série de fatores que colaboram com a violência, como a desestruturação das famílias, e o professor não recebe nenhum suporte. Mas não podemos desistir dos nossos sonhos por causa de algo ruim".Professora agredida supera trauma e vira exemplo na alfabetização de crianças
Comentário
Infelizmente o cenário da Professora Glaucia Teresinha tornou-se frequente nas escolas, inclusive é visível o quão as instituições não estão preparadas para lidar com os conflitos da atual geração. Porém entendemos que existe a necessidade de que as leis saiam dos papeis e revigorem na prática de forma punitiva a esses alunos, pois desta forma ambas partes entenderiam seus deveres e assim seus direitos. Um professor não compõe uma escola, ele a complementa, por isso a escola como um todo; auxiliares, secretaria e direção deve esforçar-se para atuar rigidamente em cima de punições a quem as merece, demonstrando que existem regras e sanções a quem não a acata. O caso de Professora denota uma história de superação, da qual poucos profissionais conseguiram escrever, tornar um trauma uma superação exige tempo, vontade, força e amor a profissão. Sendo assim consideramos ela uma fonte de inspiração para darmos andamentos ao nosso trabalho, no entanto de forma preventiva a violência.
#Grupo 2
Aiva Neres dos Santos RA 1522257
Barbara Nascimento Lopes RA 1523513
Cirlene Figueredo Dutra RA 1520641
Edinice Fernandes dos Santos RA 1523850
Lilian Graciela de S, de Carvalho RA 1523854
Paloma Ramos de Abreu RA 1523961
Barbara Nascimento Lopes RA 1523513
Cirlene Figueredo Dutra RA 1520641
Edinice Fernandes dos Santos RA 1523850
Lilian Graciela de S, de Carvalho RA 1523854
Paloma Ramos de Abreu RA 1523961
Aluno de 12 anos ameaça diretor após
ter droga confiscada em escola do DF
Criança levou 300 gramas de maconha para vender no colégio, diz PM.
Pais estão presos e jovem fugiu; avó ofendeu diretor e também foi detida.
Porção de maconha encontrada em jardim de escola no Recanto das Emas (Foto: Polícia Militar/Divulgação) 26/08/2015 http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/08/aluno-de-12-anos-ameaca-diretor-apos-ter-droga-confiscada-em-escola-do-df.html
Um estudante de 12 anos é suspeito de ameaçar de morte colegas de classe e o diretor de uma escola no Recanto das Emas, no Distrito Federal, na manhã de quarta-feira (26/08/2015) depois que ele teve 300 gramas de maconha confiscadas pela coordenação. Segundo o Batalhão Escolar da Polícia Militar, a criança cobrava "ressarcimento" pelo prejuízo.
O garoto mora com a avó, de 51 anos, que foi chamada à Escola Classe 803 no fim da manhã para tomar conhecimento do caso. Mas, segundo a sargento do Batalhão Escolar Rosana Assis, a mulher também ofendeu e ameaçou o diretor da unidade e teve de ser encaminhada à delegacia da região.
"Essa confusão se arrasta desde segunda-feira (24/08/2015). Ele levou maconha para vender na escola e escondeu no jardim. Daí, outros alunos encontraram e entregaram ao diretor e o menino fugiu. Hoje [quarta], ele foi à escola com mais droga e ameaçou o colega que teria denunciado ele na segunda-feira. Disse que alguém vai ter que pagar, que o traficante está cobrando", diz Rosana.
Segundo a sargento, os pais da criança estão presos por homicídio e tentativa de homicídio. Até as 15h30 desta quarta, equipes do Batalhão Escolar faziam patrulhamento nos arredores do colégio no Recanto das Emas para tentar encontrar o garoto, que seguia desaparecido.
A polícia teme que ele possa retornar ao colégio nos próximos dias para cumprir as ameaças feitas desde a última segunda. Nesta quarta, outras crianças disseram que viram uma pistola nas mãos do colega, mas a PM não confirma a informação e trabalha com a possibilidade de uma arma falsa.
Fora do colégio, a avó do jovem admitiu ao Batalhão Escolar que sabia do envolvimento do neto com o tráfico. "Ela disse que já buscou ele em boca de fumo, já deu surra nele e tudo. Mas para o diretor, ela quis defender, falou que o neto não tinha nada a ver com isso", conta Rosana. A avó assinou um termo circunstanciado na 27ª DP (Recanto das Emas) e foi liberada em seguida.
#GRUPO05
Amanda/Cristiane/Débora/Eliane/Fernanda/Marilia
Amanda/Cristiane/Débora/Eliane/Fernanda/Marilia
Violência é rotina em escola onde aluno entrou armado, diz coordenador
'Sofro ameaças por combater o crime na escola', diz coordenador.
Na quinta-feira (25), aluno foi flagrado com uma arma em escola da capital.
O coordenador
pedagógico, Genildo Silva Macedo, do Instituto de Educação Lourenço Filho, em
Rio Branco, já registrou ao menos três boletins de ocorrência por ameaça de
morte, segundo ele, por tentar combater a criminalidade dentro do colégio.
Segundo Macedo, tráfico de drogas, porte ilegal de armas e agressões são
constantes na instituição. Na quinta-feira (25), um aluno levou uma arma para
fazer um "acerto de contas" com um colega e acabou sendo apreendido
pela polícia.
"Isso é comum não só na nossa escola, mas em
todas da rede estadual de ensino. A violência está sem controle, nós temos
várias ocorrências. Sofro ameaças de morte por combater o tráfico e a violência
entre grupos dentro da escola. A gente só tem que agradecer a Deus pela
proteção, porque trabalhamos a mercê dessa violência. A escola não é mais a
mesma, a família não é mais a mesma, vivemos uma crise de valores morais. O que
podemos fazer para tentar resolver essa situação é tentando conscientizar,
através da educação", diz coordenador.
Ele relata ainda que
os arrombamentos à instituição são constantes. Segundo ele, somente este ano,
já foram registrados três casos. Na madrugada da última segunda-feira (22),
cinco jovens armados invadiram o local e roubaram computadores, tablets e aparelhos de DVD. Macedo conta que a escola
não descarta a participação de alunos no crime, já que os suspeitos sabiam onde
os equipamentos estavam guardados e tinham informações sobre as câmeras de
segurança.
"Assim que os jovens entraram na escola,
desligaram o sistema de segurança para o alarme não disparar e arrombaram a
porta da sala onde as coisas estavam guardadas. Não conseguimos identificar os sujeitos, mas não
descartamos a participação de alunos. É muito triste, porque eles são os
maiores prejudicados", relata Macedo.
Macedo culpa o poder público pela insegurança na
escola. "O governo abandonou a educação, tanto a parte física como de
recursos humanos. Eles fazem o que querem e é por isso que a educação tem
piorado. Esse material roubado era para o uso na sala de aula, agora com o
roubo, os professores vão ter que voltar ao ensino tradicional. Então, o prejuízo
maior é para a escola", desabafa.
"Assim que os jovens entraram na escola,
desligaram o sistema de segurança para o alarme não disparar e arrombaram a
porta da sala onde as coisas estavam guardadas. Não conseguimos identificar os sujeitos, mas não
descartamos a participação de alunos. É muito triste, porque eles são os
maiores prejudicados", relata Macedo.
Macedo culpa o poder público pela insegurança na
escola. "O governo abandonou a educação, tanto a parte física como de
recursos humanos. Eles fazem o que querem e é por isso que a educação tem
piorado. Esse material roubado era para o uso na sala de aula, agora com o
roubo, os professores vão ter que voltar ao ensino tradicional. Então, o
prejuízo maior é para a escola", desabafa
Entenda o caso
Um aluno
de 17 anos foi flagrado com um revólver dentro do Instituto de Educação
Lourenço Filho, em Rio Branco, na última quinta-feira (25). De acordo com o
coordenador pedagógico da escola, Genildo Silva Macedo, ao ser descoberto, o
jovem teria ameaçado ele. Segundo Macedo, o aluno entrou armado na escola com a
intenção de atirar contra outro estudante, motivado por ciúmes da
namorada. O jovem foi encaminhado para a Delegacia Especializada de
Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) para prestar esclarecimentos e foi
liberado em seguida.
Comentário:
O coordenador não tem
suporte no geral (governo, família , comunidade) tendo ele que ficar na linha
de frente a vários problemas Ex. uso de drogas , porte ilegal de armas,
agressões físicas e verbais.
A falta
de segurança pública deixa a escola a mercê e pondo em risco a vida do
coordenador e alunos com várias ameaças. Porém os danos maiores não foram os
bens materiais roubados ou quebrados e sim a falta deles e de toda estrutura
pedagógica que afetará o futuro de cada um.
Grupo: 9
Entenda o caso
Um aluno de 17 anos foi flagrado com um revólver dentro do Instituto de Educação Lourenço Filho, em Rio Branco, na última quinta-feira (25). De acordo com o coordenador pedagógico da escola, Genildo Silva Macedo, ao ser descoberto, o jovem teria ameaçado ele. Segundo Macedo, o aluno entrou armado na escola com a intenção de atirar contra outro estudante, motivado por ciúmes da namorada. O jovem foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) para prestar esclarecimentos e foi liberado em seguida.
Um aluno de 17 anos foi flagrado com um revólver dentro do Instituto de Educação Lourenço Filho, em Rio Branco, na última quinta-feira (25). De acordo com o coordenador pedagógico da escola, Genildo Silva Macedo, ao ser descoberto, o jovem teria ameaçado ele. Segundo Macedo, o aluno entrou armado na escola com a intenção de atirar contra outro estudante, motivado por ciúmes da namorada. O jovem foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) para prestar esclarecimentos e foi liberado em seguida.
Comentário:
O coordenador não tem
suporte no geral (governo, família , comunidade) tendo ele que ficar na linha
de frente a vários problemas Ex. uso de drogas , porte ilegal de armas,
agressões físicas e verbais.
A falta de segurança pública deixa a escola a mercê e pondo em risco a vida do coordenador e alunos com várias ameaças. Porém os danos maiores não foram os bens materiais roubados ou quebrados e sim a falta deles e de toda estrutura pedagógica que afetará o futuro de cada um.
A falta de segurança pública deixa a escola a mercê e pondo em risco a vida do coordenador e alunos com várias ameaças. Porém os danos maiores não foram os bens materiais roubados ou quebrados e sim a falta deles e de toda estrutura pedagógica que afetará o futuro de cada um.
Grupo: 9
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Grupo 8 (Amanda Thalía, Daniela Rodrigues, Marcela, Maria Carolina, Mariana e Priscila) - Tema DIRETOR
Vice-Diretora agride aluna de 12 anos
dentro da sala de aula em Rondônia
Um desentendimento aconteceu entre uma aluna do quinto ano e a vice-diretora de uma escola estadual no interior de Rondônia.
Na cena, registrada pelo celular de um dos alunos, Eurian Rocha chama a garota de “palhaça”e revela para os alunos que a estudante tem problemas mentais e vai iniciar um tratamento psicológico em poucos dias. A menina reage, dizendo para a vice-diretora que “palhaça é a sua mãe”, logo em seguida é empurrada com força contra a parede por Eurian. No fim da gravação, a estudante é retirada a força da sala de aula.
A briga ocorreu na Escola Estadual Jaime Barcessat, localizada na cidade de Candeias do Jamari, a cerca de 28 km de Porto Velho. Segundo o diretor da escola, Mário Joaquim dos Santos, a aluna estuda na escola há duas semanas, e já chegou causando problemas, pois foi expulsa da escola anterior. Mário contou ainda que, antes da vice-diretora entrar na sala, a menina discutiu com uma professora porque estava brincando com uma garrafa pet vazia em sua mesa e atrapalhando a aula.
"A vice-diretora entrou na sala com uma postura agressiva.Os alunos ficaram assustados com a cena. A menina é problemática, parece ter um transtorno bipolar. Foi para a nossa escola para ver se conseguia melhorar. Na semana que vem, vai começar um tratamento psiquiátrico na capital - explicou o diretor, destacando que a menina foi suspensa das aulas e a professora, que está na escola há dez anos, não foi trabalhar nesta semana." disse o diretor tentando explicar o ocorrido.
O caso foi levado até a Secretaria Estadual de Educação de Rondônia, que criou uma comissão, sob o comando da coordenadora regional de ensino de Porto Velho. A secretaria informou que soube do caso nesta terça-feira, através de redes sociais. Segundo a assessoria, a vice-diretora pode ser afastada do cargo.
Veja o vídeo sobre a notícia abaixo:
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Porque tantos professores abandonam as salas de aula
A reportagem apresenta, as dificuldades que a educação passa, pela a desvalorização do professor. Os professores até se formam, mas acabam indo para outras áreas por falta de reconhecimento, com salários baixos e em muitos casos com péssimas condições para ensinar. Por consequência desses fatos os professores ficam desanimados, frustados e se sentem impotentes, em fazer algo para melhorar, resultando o abandono da profissão.
Grupo:7
A reportagem apresenta, as dificuldades que a educação passa, pela a desvalorização do professor. Os professores até se formam, mas acabam indo para outras áreas por falta de reconhecimento, com salários baixos e em muitos casos com péssimas condições para ensinar. Por consequência desses fatos os professores ficam desanimados, frustados e se sentem impotentes, em fazer algo para melhorar, resultando o abandono da profissão.
Grupo:7
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
#grupo4 - (Adriana Xavier/ Carmen Lilian/ Daniely Carolina/ Elizângela Ribeiro/ Rafaella Sant'Ana) Coordenador Pedagógico
Aluno é
flagrado com arma em escola e coordenador relata ameaça, no AC
26/06/2015 20h37 - Atualizado em 26/06/2015 20h37
http://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2015/06/aluno-e-flagrado-com-arma-em-escola-e-coordenador-relata-ameaca-no-ac.html
Comentário
Comentário
.Como se não bastasse a violência que temos que enfrentar nas ruas, o
ambiente escolar também vem sendo tomado por casos terríveis de violência. Cada
vez mas vemos e ouvimos relatos de brigas nas escolas entre alunos, desrespeito
com professores, coordenadores e funcionários, armas encontradas em poder dos
alunos muitas vezes menores de idade e até o trafico de drogas.
.Os governantes que são eleitos por cada
um desses pais, familiares e profissionais do ambiente educacional, esperam
pelo menos o mínimo de apoio para desenvolver seu trabalho de forma tranquila
de poder exercer seu papel de educador, mas não recebem nenhum tipo de apoio
principalmente financeiro a situação fica pior quando se trata da segurança.
Isso é comprovado após relato do coordenador pedagógico Genildo S. Macedo que
trabalha no Instituto de Educação Lourenço Filho em Rio Branco, ele vem
sofrendo ameaças por parte dos alunos que na maioria das vezes são integrantes
de gangue. Mesmo depois de ter registrado 3 boletins de ocorrência, ele ainda espera
pela ação do poder público e da proteção da policia local.
.Infelizmente como essa ação não chega,
Genildo e seus colegas, só contam com a proteção de Deus e o apoio de poucos
familiares que estão engajados na luta por uma educação de qualidade para seus
filhos, mesmo com o mínimo de recursos e nenhum incentivo do governo. Governo
que usa de forma escandalosa e imoral, desde os tempos de campanha até o
presente momento, o slogan " Brasil, pátria educadora."
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